Comercial criado para o vestibular da Universidade Tuiuti do Paraná. O tipo de job que todo ano tem, igual a cartão de Natal. Porém, é preciso se superar para criar algo que chame a atenção no meio de um turbilhão de campanhas que são lançadas ao mesmo tempo nesse segmento.
Transformar uma viagem de 12 horas em algo aprazível. Diminuir as distâncias para a o tempo passar mais rápido. Somente com ilustração seria possível colocar o Cristo Redentor e o Bondinho (Rio de Janeiro) ao lado do Museu Oscar Niemeyer e do Jardim Botânico (Curitiba) na mesma estrada.
Mais um vídeo para o Governo do Paraná. Todo filmado de dia e computadorizado para de noite, contou com a participação do primeiro bailarino do Teatro Guaíra. O jingle dá o tom para o comercial, que foi muito bem aceito por todos, mas atingiu em cheio as crianças.
Comunicar serviços é bem diferente do que criar para produtos. Perde-se a ligação direta do uso, aspectos mais tangíveis. Cada ação precisa ser interpretada como benefício para todos, não para uma categoria especificamente. Dois anúncios que representam essa forma de “vender” a iniciativa pública.
Não um stand qualquer, com promotoras explicando ou distribuindo materiais promocionais. Para vender os benefícios gerados pelo Governo do Paraná, placas traziam os textos em uma praça para o descanso dos participantes da Feira dos Sabores. Um verdadeiro oásis no meio de paredes, pessoas e panfletos. Bronze no Prêmio Colunistas Promoção Paraná.
Um anúncio pequeno, para um jornal pequeno e, lógico, com a verba de produção pequena. Uma idéia simples, visualmente atraente e com uma mensagem econômica. Nada mais varejo do que isso.
Outro layout antigo, produto voando e fundo sem função. Mas adoro esse título trocadilho. Acredito que todos temos ou deveríamos ter pelo menos um no portfolio, por mais preconceito que tenhamos. Nesse caso, funciona perfeitamente, pois faz uma ligação direta entre a frase-padrão, o produto e o público-alvo.
Apesar de saber que são antigos, não gosto muito desses layouts. Problemas de diagramação, escolha de fonte. Mas gosto dos títulos e, principalmente, dos textos. Foi como criar comerciais e transferir a mensagem para a mídia impressa. Hoje, dificilmente se encontra esse tipo de anúncio, mais emocional, veiculando.
Em 1995, a moda era criar para campanhas anti-drogas. Um concurso mobilizou todas as agências de São Paulo que buscavam as melhores idéias para veicular os anúncios, já que as revistas garantiam o espaço gratuito. Essa campanha foi aprovada, mas, sinceramente, não vi veiculando.